
Conforme Azambuja, o EVTA deverá ser concluído no final deste ano e vai indicar principalmente quais os tipos de cargas que teriam condições de serem transportadas nas bacias do Estado, entre eles na ligação Ibicuí-Jacuí. “ O EVTA não fará uma análise detalhada sobre esta hidrovia, mas dará elementos genéricos importantes para a análise da potencialidade da ligação. Se a viabilidade for apontada, aí posteriormente será necessário um levantamento mais específico com estudos geológicos e estudos a campo”, afirmou.
Azambuja pediu a comitiva santa-mariense que auxilie o estudo fornecendo dados e informações sobre a demanda existente na região Central para a utilização futura da hidrovia e também reforçando a mobilização política. “Isto é fundamental. Não adianta se fazer estudos e projetos, se não existir o interesse coletivo pelo aproveitamento deste modal”, explicou.
O presidente também confirmou que o transporte hidroviário tem como principal vantagem o custo. “Uma embarcação consome muito menos energia que os demais modais e transporta muito mais carga”, ressaltou.
No final da reunião, Serro e Mânica se comprometeram a fazer diversos contatos para levantar a demanda existente na região Central e nas regiões próximas para o transporte hidroviário. “Seria uma hidrovia fantástica para uma região altamente produtora”, lembrou Mânica. Já Pavan acrescentou que o tema tem apoio forte na Assembleia Legislativa e que o deputado Valdeci Oliveira, líder do governo no Parlamento, irá defender que as hidrovias tenham cada vez mais prioridade no sistema estadual de transporte.
Texto e foto: Tiago Machado
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